Napoli… basta!. Autor(a): Priscila Manni.
“Por que Napoli?” – pergunta a professora no primeiro dia da aula de italiano.
Em seguida, uma resposta austríaca, três respostas inglesas, duas brasileiras, uma bielorussa e uma suíça que giram em torno da cultura, curiosidade e da família.
Motivos diversos que trazem a bagagem de pessoas de todas as partes do mundo a uma cidade que exala história. Exala e guarda desde os primeiros séculos antes de cristo o que lhe faz ser tão peculiar.
Nápoles (como é escrita em português) foi primeiramente chamada de Neapolis, que significa “nova cidade”. Na metade do século IV a.c. ganhou castelos, palácios e grandes mansões de imperadores e patriarcas romanos.
Nas ruas estreitas, as igrejas e construções milenares ainda estão preservadas e são o orgulho de uma cidade que se tornou grande sem destruir o passado. Nápoles passou pela peste, pela erupção do Vesúvio, pelas guerras (só na Segunda Guerra Mundial foi bombardeada mais de 120 vezes), pela reforma da igreja, por invasões européias.
No centro histórico, até uma cidade subterrânea virou museu a céu aberto. São buracos em todas as partes com colunas e muros de alguma construção longínqua preservados.
Aqui se fala italiano e napolitano – um dialeto quase incompreensível até para quem fala bem a língua italiana. Os napolitanos estão sempre prontos pra ajudar, dispensam o “muito obrigado”, se irritam em 2 segundos e voltam a rir em um e meio.
A cidade atrai turistas tanto pela história quanto pela beleza da costa e das ilhas – a mais conhecida, Capri, para onde vão ricos, jovens e famosos.
Numa só rua é possível encontrar mais de 10 pequenos e charmosos cafés e umas 20 pizzarias. A famosíssima (e verdadeira) margherita encanta os paladares mais apurados. As tratorias escondem os grandiosos salões atrás de portinhas minúsculas. Recebem bem os turistas, que levam tempo pra escolher o prato num cardápio escrito a lápis e à mão, mas se surpreendem com a pasta – principalmente a com frutos do mar.
O bancário suíço já voltou 5 vezes, a jornalista bielorrusa largou tudo, casou com um italiano e mora num barco, dois ingleses também mudaram de vida e ganham dinheiro dando aulas pra italianos, o brasileiro mora em um monastério napolitano. Logo se vê que não precisa de motivo muito detalhado para estar aqui. Napoli é Napoli e isto já basta.
FORZA AZURRO!!!!!!!!!! OS ITALIANOS FORAM à LOUCURA ONTEM!!!!!! DEPOIS CONTO MAIS DA FESTA ITALIANA!!!!!!!!!!

























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