Desde pequeno, sempre gostei mais da 2ª parte das trilogias.
Acho que na segunda parte é que sempre fica o desenrolar da história. Consertam os erros dos primeiros, tapam os buracos deixados, e dão vida e continuação com mais participantes ou tramas. Continuar lendo…
Estamos em 1951. Uma nave não identificada, em forma de disco, viajando à estonteante velocidade de 4.000 milhas/h, cerca de 6.000 km/h, aterrisa bem no centro do parque, em Washington DC. O mundo assiste, extasiado, à confirmação de que não estamos sós no universo.
Passam-se duas horas de temor e suspense, até que uma porta surge na superfície da nave e dela sai um alienígena humanóide, Klaatu, que pretende encontrar-se com o presidente e entregar-lhe um presente de boas-intenções, mas é impedido por um soldado trapalhão e afobado que acha que a oferenda de paz é, na verdade, uma arma. Após ser atingido pelo tiro do soldado, surge Gort, um robô que começa a mostrar aos humanos que eles não são páreo para seu poder, mas Klaatu o faz parar e Gort permanece imóvel. Na verdade, eles estão aqui para dar um aviso aos governantes da Terra sobre a preocupação de seres de outros mundos com a possibilidade dos humanos espalharem suas guerras para além dos limites do nosso planeta, já que iniciamos a Era Nuclear. A Terra deveria se unir a uma confederação de planetas em harmonia, que nos vigia já há tempos, ou ser destruída, antes que se torne uma ameaça. Mas Klaatu não consegue, a princípio, executar sua tarefa e uma série de acontecimentos se desenrola antes do interessante desfecho.
Este é O Dia em Que a Terra Parou ( The Day the Earth Stood Still, 1951 ) o clássico filme de Ficção Científica, dirigido por Robert Wise, com Michael Rennie (Klaatu) e Patricia Neal (Helen Benson), baseado no conto Farewell to the Master do escritor Harry Bates. A importância do filme, realizado no início da chamada Guerra Fria entre Estados Unidos e Rússia, está na mensagem pacifista do ser alienígena e seu robô ameaçador que vêm dar o aviso perturbador para todas as nações.
A frase “Klaatu Barada Nictu”, muito citada em filmes posteriores, será mais uma vez proferida no remake, com lançamento previsto para o final deste ano, com Keanu Reeves, no papel de Klaatu, e Jennifer Connely, como Helen Benson, mãe do garoto que ajuda Klaatu a encontrar um importante cientista para auxiliá-lo em sua missão.
Mais que um filme de ficção científica, O Dia em que a Terra Parou retrata uma ficção social, já que é pontilhado de eventos em que ressalta uma das maiores, senão a maior, mazela da humanidade: a nossa estupidez. Ela é retratada como um motivo principal do filme e usa a ambientação de ficção científica para evidenciá-la e não ferir susceptibilidades de quem quer que seja, o que torna essa obra despretenciosa, com uma montagem simples e visivelmente barata, um dos clássicos da filmografia mundial.
Para quem nunca assistiu, recomendo. A música tema foi muito usada posteriormente e será, na certa, reconhecida, Esperemos que a nova versão faça jus à versão anterior. Vamos aguardar para conferir.
Essa é mais uma das pérolas que aparecem no programa Ídolos do SBT. A candidata de nome Kelcilene Vogianzis (isso mesmo, não digitei errado o nome da garota), entra para cantar a música “Sweet child o’ mine” , um dos clássicos do Hard Rock, do Guns N’ Roses. Bem até aí não teria problema algum, o problema é que ela cria uma nova versão da música em Enrolation… aí é só morrer de rir com a figura e os comentários dos jurados…IMPERDÍVELLLL….Fonte: Blogando tudo por nada
O mofoTvé um canal no Youtube com centenas de vídeos antigos da televisão brasileira. São vídeos engraçados que relembram momentos marcantes (ou apenas ridículos e cômicos) da televisão, como o tombo do Faustão ou o comercial da Xuxa com o Pelé. Para quem gosta de ver vídeos na internet e rir muito, esse canal é perfeito. Como o próprio autor define o mofoTV é um “canal retrô que homenageia artistas e resgata a memória pop da TV brasileira”.
Sabiam disso? Membros do Planeta E.T. aparecem no Senado Galático no filme Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma. A cena aparece lá pelos 46:50, quando a Rainha Amidala manda o Chanceler Valorum pedir para sair. Foi uma brincadeira do Jorge Lucas com o Steven Spielberg.