Pasquale Laviano em 17 mai 2009 | 110 views |


Eu (na foto de camiseta azul) e mais 4 amigos fomos agraciados com convites de camarote pela metade do valor, então, sem pestanejar seguimos na noite fria e chuvosa de São Paulo em meio ao trânsito caótico nas imediações do Credicard Hall.
Sexta, 15/05/2009, uma data que ficará marcada, pela incrível apresentação da banda e pelo zumbido no ouvido dias depois, pois o som estava desproporcionalmente alto, mas nada conseguiu estragar a incrível apresentação da banda. Ronnie James Dio (voz), Tonny Iommi (guitarra), Vinny Appice (bateria) e o deus do contra-baixo (Geezer Butler) presenteou o público com pérolas de um repertório tão básico quanto essencial ao heavy metal. Continuar lendo…
Adriano Rodrigues em 29 abr 2009 | 87 views |
Existe aquela parte criativa do artista que não cabe na banda. Aquela influência que não encaixa com o resto dos músicos. É também o ego do vocalista falando mais alto.
No decorrer da história tivemos muitos casos. Casos de sucessos e fracassos. Quantos artistas e músicas caem na armadilha: do ego, do glamour e do estrelato. E quando vêem, perderam a fama, o dinheiro e o principal, a banda (muitas vezes, amigos). Continuar lendo…
Pasquale Laviano em 10 abr 2009 | 1,196 views |
É a capacidade de perceber e dar nome a cada uma das notas que chega ao nossos ouvidos. E não estou falando só de música, também vale para os sons vindos de buzinas, chiados da natureza, vozes animais, barulhos de máquinas, etc. A explicação para esse dom não está no aparelho auditivo, mas na nossa cabeça. Continuar lendo…
Pasquale Laviano em 8 abr 2009 | 133 views |
Terça-feira, 07.04.2009, 9h30, Arena Anhembi, eu e mais 3 amigos (eram para ser 4, mas um se perdeu, hehe), destino: Show do Kiss. No caminho até o Anhembi passamos por diversos ‘integrantes do Kiss’, aos montes a pé, inúmeros em carros, rostos pintados. Eram muitos ‘Gene Simmons’, ‘Paul Stanleys’, ‘Peter Criss/Eric Singers’ e ‘Ace Frehleys/Tommy Thayers’, formando a famosa Kiss Continuar lendo…
Adriano Rodrigues em 16 fev 2009 | 146 views |
Desde 1954, quando Leo Fender criou a Stratocaster, criou uma disputa (se é que podemos dizer assim) com a Gibson Les Paul, criadas em 1952.
No decorrer da história da música, temos milhares de guitarristas que entraram nessa “guerra”. De um lado, a sofisticação das Les Paul, do outro, a crueza das Stratos. Continuar lendo…
Pasquale Laviano em 20 nov 2008 | 332 views |

Jeff Scott Soto dispensa maiores apresentações: ao longo de mais de 20 anos de carreira, seu currículo contabiliza sua participação na banda do ‘guitar hero’ Yngwie Malmsteen, o posto de ‘frontman’ que ocupou nas bandas Talisman, Soul Sirkus e mais recentemente Journey e Trans Siberian Orchestra, além de sua carreira-solo iniciada em 2002. Continuar lendo…
Bárbara Ivo 3 Rios em 22 ago 2008 | 174 views |

Madonna completa 50 anos em plena forma. E não estou me referindo aos seus dotes físicos.
Desde que apareceu na década de 80 Madonna não parou. Gravou discos nas mais diversificadas tendencias musicais surgidas de lá para cá.
É a mulher que mais vendeu discos na história da indústriafonográfica. Já bateu a marca de 200 milhões de albuns no mundo inteiro em 25 anos de carreira.
A mulher é um fenômeno. Mescla talento, coragem e transgressão na medida certa. Não é adepta do escândalo em sua vida pessoal, em público sempre manteve distância de alcoól e drogas.
Lançou moda no início de carreira abusando de roupas de rendas e tules. Deu espaço às fantasias e sensualidade em suas turnês. Valorizou os gays. Causou furor com o livro Sex. Ao mesmo tempo quem em sua porção boa moça gravou uma campanha para a MTV, gratuitamente, incentivando os jovens a votar. Publicou histórias infantis. Adotou uma criança negra no Malaui. Viveu Evita no cinema. Está em campanha para combater a pobreza na África.
Madonna é ícone e um bom exemplo a ser copiado independente do estilo musical.
Bárbara Ivo 3 Rios em 5 ago 2008 | 201 views |

Show Back2Basics do projeto musical Davi Não Vê Estrelas.
14 de Agosto, Quinta-feira, 22h30
Bar Brahma: Avenida São João, 677 – República
Reservas e informações (11) 3333-3030 ou pelo site: http://www.barbrahmasp.com/
Se quiser ouvir as músicas do CD e alguns extras, pode fazê-lo no seguinte link: http://www.daviamarante.com.br/FLA/player.swf
No site oficial há ainda mais conteúdo: http://davinaoveestrelas.com/
E no YouTube muitos vídeos dão uma prévia do show: http://www.youtube.com/user/davinaoveestrelas
Bárbara Ivo 3 Rios em 5 ago 2008 | 227 views |

Desde o início da década de 90 as versões acústicas de músicas consagradas tornaram-se rotina. E ganharam maior status com os projetos da MTV, Acústico e Unplugged.
Uma forma de buscar a simplicidade e a transparência do som. No acústico a voz ganha o seu merecido destaque.
As versões acústicas apresentam as mais diversas variações: na voz de novos intérpretes, nas voz de intérpretes renomados, mas cantores habituais de outros estilos, na voz da própria banda criadora. Há versões acústicas incríveis, com novos arranjo e um certo ar de novidade, com versões que são iguais às originais alterando apenas o andamento.
Músicas que se tornaram clássicos de sua época e clássicos das bandas que as consagraram são as mais comuns e bem vindas em suas versões acústicas. Perdoe-me Rihanna e seu acústico do hit “Umbrella”, na voz de Marie Digby, desnecessária, tanto versão acústica quanto a original, diga-se de passagem.
Dizem que o primeiro artista a se apresentar Unplugged em rede de tv foi nada menos que o “Rei do Rock”, Elvis Presley, em 1968 em um especial da televisão NBC.
Adriano Rodrigues em 4 ago 2008 | 270 views |

Metal, Rock’n'Roll, Pop, Hardcore, Punk, Eletrônico, Funk, R&B, Metal Industrial, Metalcore, Metalcore Industrial. Uma bagunça, não? Existe uma necessidade das pessoas rotularem uma banda num determinado estilo.
Desnecessária, eu diria.
Somos vítimas e escravos desses rótulos. Mantemos nossos ouvidos fechados a outros estilos apenas pelos rótulos. Colocamos a imagem antes da mensagem por trás da música. Já dei muitas risadas de metaleiros, quando ouvem uma banda e gostam do som, mas fazem cara feia quando vêm que a banda não passa de uma banda rotulada “emo”. É a mesma cara de uma criança quando descobre que o presente de natal dele é um par de meias. Acreditem, é bem engraçado.
Quantas vezes não ocorrem esse tipo de aversão à música? Quantas vezes nem sequer ouvimos alguma banda por simplesmente conhecê-los pelo “rótulo”? Aprender a ouvir os álbuns inteiros e descobrir a história da banda (ou artista) ao invés de julgar pelo que dizem dela. É um ótimo primeiro passo. Afinal, nenhuma banda deveria ter estampada em suas capas algum tipo de aviso como “Aqui Contém Metal” ou “Contém 2% de Distorção”.
Hoje a música não passa de um monte de rótulos. De idéias e melodias sendo enquadradas no que uma, digamos, “sociedade” acha correto ou plausível. Temos milhares de bandas parecidas, é verdade, mas porque fazer um “pastiche” de definições?
E chega a ser revoltante quando falamos: “Gosto de Funk, e um desavisado (desmiolado, talvez?) pergunta “Ah, tipo o Créu?”. Nada contra, mas um pouco de cultura vai bem, obrigado.
No fim, o que importa é a boa música. Sem rótulos, sem embalagem.

Adriano é guitarrista do Evora
e não entende porque o Incubus
não faz tanto sucesso no Brasil.